• Poesia 02.11.2009

    Sempre lembro de Olinda com saudades. Nossa Marim dos Caetés de mar gostoso, barzinhos com aquelas agulhinhas fritas, camarões, goiamuns e aquela cervejinha muito, quase estupidamente gelada. Lembro de um amigo angolano que dizia: Ah daqui se olhar com atenção enxergo minha terra ali do outro lado desse mar. E o carnaval? Como esquecer aquelas horas maravilhosas no Bloco da Saudade subindo e descendo ladeiras no tríduo momesco? Nossa querida Olinda, tão pernambucana, de tantos artistas, de tantos valores.

    I

    Subindo a ladeira

    Revendo a saudade

    Encontro a cidade

    Tão bela e fagueira

    Olinda faceira

    De todas as artes

    Acordas no mar

    Dormes seresteira

    II 

    Eterna boêmia

    De poetas mil

    Tuas ruas retratam

    Com ar juvenil

    Aos velhos, aos jovens

    Passado ou presente

    As honras, as glórias

    Do nosso Brasil

     

    Posted by antunios @ 00:23

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