• Esta poesia começou muitos anos atrás quando visitei o delta do Parnaíba. A idéia foi se consolidando a partir da convivência diária com as lindas dunas de Natal que, além de silenciosas, às vezes descansam sonolentas e desérticas como no Parque das Dunas.

    Mote: Passeando nas dunas tão desérticas,

    Percebi como é grande a natureza

    I

    Viajei por paragens tão distantes,

    De navio, cavalo e avião

    Na Europa, na China e no Sudão

    Por estradas e mares fulgurantes,

    Pelas terras de Cabral e de Cervantes,

    Vi países repletos de beleza

    Fiz amigos formados na nobreza

    Nos saraus nas noitadas tão poéticas

    Passeando nas dunas tão desérticas

    Percebi como é grande a natureza

    II

    No Brasil comecei por Teresina

    Fui parar nos lençóis do Maranhão

    Imponentes as dunas cobrem o chão

    A visão do lugar nos contamina

    Portentosa paisagem nos anima

    Num postal retumbante de beleza

    Uma obra de Deus tenho certeza,

    No desenho, no traço e na estética

    Passeando nas dunas tão desérticas

    Percebi como é grande a natureza

     

     

    III

    Caminhei pelas praias da Holanda

    Onde as dunas o mar quer engolir

    Logo logo eu tive que partir

    Retornando aqui pra essas bandas

    Pra rever um amor chamado Wanda

    Com seu porte altivo de princesa

    Elegante, tão fina, bem francesa

    Com sotaque suave na fonética  

    Passeando nas dunas tão desérticas

    Percebi como é grande a natureza

    IV

    Sou feliz por morar neste rincão

    Desfrutando o melhor do litoral

    Nesta linda cidade do Natal

    Vou vivendo cantando o meu bordão

    Biritando e dançando um bom baião

    No Forró da Coréia com Tereza

    Que rebola as cadeiras com destreza

    Balançando de forma tão frenética

    Passeando nas dunas tão desérticas

    Percebi como é grande a natureza

     

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  • Fiz este cordel em homenagem ao noivado do meu filho do meio com sua noiva Nara.

    I
    Encontraram-se os dois com a paixão
    Ao cair nos braços de Morfeu
    O cupido então os envolveu
    Numa aura de amor e emoção
    Como sonhos de noites de verão
    O sonhar se torna mais gostoso
    Cada um acorda mais dengoso
    Relembrando a lua e o seu mel
    O noivado de NARA com MARCEL
    Para nós é bem vindo e prazeroso

    II
    Já se espera que venha rapidinho
    A notícia que a família vai crescer
    Os avós esperando ver nascer
    O primeiro dos mais de dez netinhos
    Bem saudáveis gordinhos rosadinhos
    Um chorão, um risonho e um dengoso
    Dois peraltas e um moleque mais manhoso
    E as meninas fazendo escarcéu
    O noivado de NARA com MARCEL
    Para nós é bem vindo e prazeroso

    III
    A mamãe mesmo sendo pediatra
    Nesse caso não pega seus rebentos
    Vovó Dalva é que assiste esse momento
    No primeiro instante ela é quem trata
    O papai bem nervoso só retrata
    Esse dia em si maravilhoso
    Um rebento que nasce tão garboso
    Vem ao mundo pra cumprir o seu papel
    O noivado de NARA com MARCEL
    Para nós é bem vindo e prazeroso

    IV
    Desejando total felicidade
    Ao casal que muito se merece
    Sou feliz por que tudo que acontece
    Com amor finaliza na bondade
    Que se torne eterna a amizade
    Com as bênçãos do todo poderoso
    Esse é o meu desejo fervoroso
    Pelo verso do poeta de cordel
    O noivado de NARA com MARCEL
    Para nós é bem vindo e prazeroso

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